segunda-feira, setembro 12, 2011

... Na falta, mesmo que falte, nada faltara...

Então que seja mais uma poesia de fim de ano
Que seja mais um poema de natal
Escrito em pilhas de jornais velhos
Com a vontade sem pudores de um animal

Eu já não penso de forma normalista
Nem faço disso bandeira
Quero do mundo coisas boas de verdade
Quero mais canção, mais loucura, mais certezas

Hoje não me sinto preso a nada
O amanhã, responda, a quem pertence?
Quando o sol se põe no horizonte
Ele nasce aqui na minha mente

Que seja atraente e fornicante
a mentira que nos apraz
Fome aos que tem sede
Sede a quem quer mais

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